Não é certo dizer que as atuais mudanças nas condições de vida e trabalho trouxeram apenas conseqüências negativas a saúde. Pelo contrário: ela foi largamente favorecida. Basta verificarmos a queda nas taxas de mortalidade e o aumento da expectativa de vida, resultantes da melhoria geral das condições de vida (alimentação, moradia, vestuário, transporte) e das condições ambientais (disseminação do saneamento básico: rede de esgotos, água canalizada, coleta de lixo), o que diminuiu em muito o número de pessoas que morrem ou adoecem por causa de doenças infecciosas. O crescente número de crianças e adultos vacinados também contribuiu de modo significativo para esse resultado. Conseqüentemente, as pessoas hoje em dia vivem mais.
E não é só isso: as pessoas também estão morrendo por motivos diferentes daqueles do passado. Antigamente, as doenças infecciosas e contagiosas - como a tuberculose, as diarréias e até as epidemias de gripe - eram as causas mais importantes de morte. Hoje, predominam as chamadas doenças crônico-degenerativas, como as doenças do coração e das coronárias (o infarto, por exemplo), os acidentes vasculares cerebrais (derrame), a hipertensão, o câncer, o diabetes. E cada vez mais pessoas morrem por causa de traumas e da violência nas cidades (acidentes de trânsito, homicídios, etc.).
Os novos fatores de risco
Os especialistas chamam a atenção para o fato de que os fatores mais importantes para a promoção da saúde são as melhorias do ambiente físico e social, e as mudanças no modo de vida pessoal. Assim, apontam três grupos de fatores que, nos tempos atuais, podem levar ao aumento das doenças ou gerar melhorias da saúde:
· Os fatores biológicos (idade, herança familiar ou fatores genéticos)
· Os fatores relacionados com o ambiente físico (ar, clima, temperatura, qualidade da água, radiação, etc.) e com o ambiente social (condições de trabalho, condições sociais, vida afetiva, etc.)
· Os fatores relacionados com o modo de vida pessoal (alimentação, atividade física, drogas, comportamento sexual, etc.) O aumento do número de óbitos como conseqüência de doenças crônico-degenerativas tem muito a ver com o nosso modo de vida, pois estão diretamente relacionados com o excessivo consumo de álcool e fumo, com a falta de atividade física, com a alimentação inadequada (ingestão de muita gordura animal e excesso de sal) e com o aumento da tensão e ansiedade.
Os cientistas descobriram que mais da metade dos fatores de risco das mortes por problemas cardíacos relacionam-se com características presentes na vida moderna. Esse moderno modo de viver é também a causa da metade dos casos de morte por acidentes vasculares cerebrais, e de mais de um terço dos fatores determinantes de casos de câncer.
Além disso, as doenças hoje predominantes estão muito interligadas: por exemplo, a hipertensão é importante fator de risco para os acidentes vasculares cerebrais e as doenças de coração.
Qual é, então, a melhor maneira de prevenir as doenças crônico-degenerativas e promover a nossa saúde? Se você respondeu que é reduzindo ou eliminando de nosso dia-a-dia esses fatores de risco, acertou!
Os benefícios da atividade física e alimetação
Não resta dúvida de que a atividade física regular e alimentação saudável beneficia a nossa saúde, pois reduz o colesterol, a taxa de açúcar no sangue e, ainda, fortalece os músculos e as articulações. Propicia, ainda, os seguintes benefícios:
· reduz a tensão e ansiedade;
· ajuda a controlar o peso;
· ajuda a combater a osteoporose, ou seja, a fraqueza dos ossos provocada por perda excessiva da massa óssea;
· ajuda no controle da hipertensão;
· ajuda a combater os problemas do coração;
· ajuda no controle do diabetes.
No entanto, para que realmente tenhamos a totalidade desses efeitos benéficos precisamos também evitarmos, dentro do possível, situações de tensão e ansiedade, que muitas vezes pode ter o auxílio de uma terapia psicológica.
A atividade física saudável é aquela feita com prazer, sem exageros, realizada pelo menos três vezes por semana. Comumente, a caminhada e a prática de esportes - como a natação e o ciclismo - são os meios mais indicados.
A alimentação saudável é pobre em gordura animal, tem pouco sal e açúcar e é rica em fibras vegetais - frutas, verduras, legumes, cereais integrais, carne branca (de frango ou de peixe), leite e seus derivados, desnatados ou semidesnatados.
Para o controle do estresse e da ansiedade recomenda-se o descanso e o lazer, além da própria atividade física, bem como evitar correrias, tensão e/ou competição tanto no trabalho como na vida cotidiana.
Qual alimentação adequada para atividade antes durante e depois:
Geralmente a alimentação para atividade física tem que estar dentro de um contexto de calorias prescrita no dia segunda a modalidade, precisamos nos manter nutridos o dia todo e não só durante a atividade física. Mas quando estamos em uma dieta de poucas calorias é necessário que se faça algo antes da atividade física, para que se tenha neste período uma energia total para que o organismo posso fazer a queima de gorduras e prive a massa muscular p, para isso devemos consumir carboidratos integrais (pão integral com margarina ou geléia de frutas, barra de cereal, banana com mel e aveia , entre outros de depois que acabamos tentar fazer uma refeição completa com carboidratos (pão, arroz, massas, batata), proteínas animais (carnes, ovos, peixes, frango, queijo) proteínas vegetais (leite, queijos, requeijão, feijão, lentilha, nozes, amendoim, castanhas) e gorduras de boa qualidade (azeite extra virgem, óleo de canola, abacate, entre outras) fibras, minerais e água (verdura, legumes e frutas) na quantidade certa individuais, para continuarmos aproveitando os benefícios dos exercícios.
Tudo isso não é milagre, deve haver muita força de vontade de quem quer mudanças, mas acredito que todos os objetivo que forem para nosso próprio bem estar, estaremos sempre dispostos a fazer, e lembrem – se tudo deve ser progressivo, pois o verbo mudar já é uma ato de conseguir controlar a ansiedade.